Ha sua frente um único caminho.
Ela parou. Olhou pra trás.
Memórias, histórias, sonhos...
Largados. Perdidos a beira da jornada.
Ela se movia oscilando olhar o que havia por vir e o que havia passado.
Tentou ver a sua frente.
O futuro míope a impediu. Ficou confusa e quis voltar.
Resgatou um sonho.
Reviveu sentimentos.
Voltar apenas a faria andar tudo novamente.
Então ela sentou, abraçou forte o resgatado.
Deitou ao meio fio e fechou os olhos. Sentiu-se viva.
O coração parecia tocar a pele.
Ela sorriu. Estava completa.
Ficou ali vivendo tudo novamente e mais.
Sentou-se.
O por vir estava mais longe, mas ela sorria!
Correu como impulsionada com o sonho em mãos.
Foi freada. Era o sonho.
Sentou-se novamente. Mesmo caminho já percorrido e ela via algo não antes visto.
Abraçou-o uma vez mais e o deixou.
Caminhou. Ela não conseguiria correr, mas caminhou. Sorrindo.
Ela saberia -saberá- a hora de olhar pra trás again and again.
O sonho não caminha junto, mas não esta longe de ser alcançado uma vez mais.
É isso que faz o coração bater.
Ela não quer que pare!
Um(a) personagem fictício... ou não. Você, eu, ele, ela, nós. O mistério, o sonho, o desejo! Histórias...
terça-feira, 25 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Ela: Dor!
Ela correu para o banheiro, ligou o chuveiro, tirou as roupas e colocou uma música.
A música não a faria dançar e muito ao contrário.
Uma única música se repetiu pelos 20, 40, 60 minutos em que permaneceu ali...
Ela queria que as lágrias se misturassem com a água que escorria pelo chuveiro,
Que o som do seu choro se escondesse por trás da música.
Muito mais que lavar o corpo ela queria lavar a alma.
Chorou medos, angustias, decepções, ansiedade... Chorou uma vida.
Os joelhos fraquejaram, mas havia paredes para as mãos.
Ela curvou-se e as lágrimas pareciam arrancar a alma.
Eram como ácido nas feridas e era impossível conte-las.
Águas que lavavam as lágrimas e as levavam longe.
Ela acreditava naquilo.
Ela havido sido forte até então e não poderia fraquejar.
Ela havia fugido de sentimentos e não poderia permitir-se ser encontrada.
Ela esteve sozinha por tempos, mas desejava ser vista por trás daquela armadura.
Queria ser amada, queria um pouco de forças, queria colo.
Mas só sabia ser força.
Ela havia desaprendido o amor.
Desaprendido a ser cuidada. Aprendeu a viver por si só.
Ela era a mulher independente, corajosa, ousada, segura.
Aquela que não tinha medos, com domínio sobre sentimentos e emoções.
Ela era! Deixou de ser quando desejou ser fraca por um instante que fosse.
Tudo desmoronou.
Ela olhou seu quebra-cabeça desmoronado novamente.
Chorou!
Chorou a dor da bagunça que ela havia permitido.
Chorou a dor de ter que se arrumar sozinha novamente e tudo de novo.
Chorou estar sozinha.
Ela chorou os beijos que havia trocado, as lembranças de momentos que não voltariam...
Chorou a saudade que já caminhava ao seu encontro.
E de mãos dadas com a dor, tornou-se toda dor. Eles caminhariam juntos novamente.
Ela olhou para trás com lágrimas nos olhos seguiu.
Dor de desapego, lágrimas de saudade...
Dor do novo de novo!
A música não a faria dançar e muito ao contrário.
Uma única música se repetiu pelos 20, 40, 60 minutos em que permaneceu ali...
Ela queria que as lágrias se misturassem com a água que escorria pelo chuveiro,
Que o som do seu choro se escondesse por trás da música.
Muito mais que lavar o corpo ela queria lavar a alma.
Chorou medos, angustias, decepções, ansiedade... Chorou uma vida.
Os joelhos fraquejaram, mas havia paredes para as mãos.
Ela curvou-se e as lágrimas pareciam arrancar a alma.
Eram como ácido nas feridas e era impossível conte-las.
Águas que lavavam as lágrimas e as levavam longe.
Ela acreditava naquilo.
Ela havido sido forte até então e não poderia fraquejar.
Ela havia fugido de sentimentos e não poderia permitir-se ser encontrada.
Ela esteve sozinha por tempos, mas desejava ser vista por trás daquela armadura.
Queria ser amada, queria um pouco de forças, queria colo.
Mas só sabia ser força.
Ela havia desaprendido o amor.
Desaprendido a ser cuidada. Aprendeu a viver por si só.
Ela era a mulher independente, corajosa, ousada, segura.
Aquela que não tinha medos, com domínio sobre sentimentos e emoções.
Ela era! Deixou de ser quando desejou ser fraca por um instante que fosse.
Tudo desmoronou.
Ela olhou seu quebra-cabeça desmoronado novamente.
Chorou!
Chorou a dor da bagunça que ela havia permitido.
Chorou a dor de ter que se arrumar sozinha novamente e tudo de novo.
Chorou estar sozinha.
Ela chorou os beijos que havia trocado, as lembranças de momentos que não voltariam...
Chorou a saudade que já caminhava ao seu encontro.
E de mãos dadas com a dor, tornou-se toda dor. Eles caminhariam juntos novamente.
Ela olhou para trás com lágrimas nos olhos seguiu.
Dor de desapego, lágrimas de saudade...
Dor do novo de novo!
domingo, 9 de junho de 2013
Ela!
As coisas fluíram. Aconteceram como ela imaginara.
O beijo, o toque, as sensações....
Não! Foram melhores que o imaginado!
Surpreendida ela se perdeu no meio daquele mar de novos sentimentos.
Não era paixão, muito menos amor. Apenas sentimentos.
Porque ela era tudo isso... Muito mais que desejo.
Ela estava entregue, se deixou levar.
Era um novo medo, um novo desejo.
Ela estava sonhando e sabia que ia acordar.
Ela iria acordar. Doeu e talvez mais do que esperava.
Não era o corpo que doía. Era a alma, os sentimentos não vistos.
Ela fechou os olhos encontrando o paralelo.
Olhos fechados para mundo, lágrimas expostas.
Ainda assim tentou, novamente, mais um sonho.
Porque não fazer real? Apenas uma vez mais?
Não!
Secou as lágrimas e sorriu. Seguiu em frente.
Na linha tênue: real aberto e o fechado ela buscava o equilíbrio.
Caiu.
Mergulhou em um mundo novo e fugiu.
Havia um perigo ali. Perigo de ser encontrada.
Ela sabia que não era hora!
O beijo, o toque, as sensações....
Não! Foram melhores que o imaginado!
Surpreendida ela se perdeu no meio daquele mar de novos sentimentos.
Não era paixão, muito menos amor. Apenas sentimentos.
Porque ela era tudo isso... Muito mais que desejo.
Ela estava entregue, se deixou levar.
Era um novo medo, um novo desejo.
Ela estava sonhando e sabia que ia acordar.
Ela iria acordar. Doeu e talvez mais do que esperava.
Não era o corpo que doía. Era a alma, os sentimentos não vistos.
Ela fechou os olhos encontrando o paralelo.
Olhos fechados para mundo, lágrimas expostas.
Ainda assim tentou, novamente, mais um sonho.
Porque não fazer real? Apenas uma vez mais?
Não!
Secou as lágrimas e sorriu. Seguiu em frente.
Na linha tênue: real aberto e o fechado ela buscava o equilíbrio.
Caiu.
Mergulhou em um mundo novo e fugiu.
Havia um perigo ali. Perigo de ser encontrada.
Ela sabia que não era hora!
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