Ela sentou nas escadas
Sentia-se cansada por tantos pensamentos e sentimentos.
Acendeu um cigarro, cada tragada era como engolir a dor.
Mais um cigarro e outro...
Ela olhava o céu, nuvens e estrelas.
Ela olhava pra dentro de si sem conseguir entender.
Estava segura e tranquila e a uma música.
O violão ganhava vida e ritmava seu coração.
Ela sabia que não deveria deixa-se ritmar.
As escadas pareciam compreender.
Ela chorou por saber que deveria deixar o que buscava.
Estava ali a sua frente, day by day e ela deveria deixar.
Ela relembrava o toque que um dia, num acaso compartilhou.
Fechava os olhos e sentia a textura, sentia o perfume...
Ela não queria mas parecia inevitável.
Abriu a porta do quarto e o perfume estava ali impregnado.
Ela respirou fundo.
Como uma droga fechou os olhos numa sensação de prazer.
Durou pouco, pois quando abriu os olhos não havia nada
Nada além de imaginações.
Jogou-se na cama, agora olhando o teto
Culpa-se pelo prazer vindo da fragrância...
Fecho os olhos querendo chorar, nenhuma lagrima.
Cansada demais para deixar tudo vir a tona.
O violão tocava novamente, mas era real.
Ela sentou-se e sorriu a reciprocidade existia de forma diferente.
Ela observava cada movimento, cada expressão.
Ela desejava ser ali a inspiração, ser o toque... tocar!
Ela convivia com sua dor e ia alem.
Ela iria sorrir, iria ser gentil, doce... Ela iria mimar e dar bom dia!
Ela seria o suporte e a opinião...
Ela seria tudo menos o que de fato queria ser!
Ela tinha um monstro que havia ganhado vida.
Eles compartilhavam o quarto...
Sorrindo dormiu. Amanha tudo seria assim...
Ela brincava de amar e sabia ser dor!
Um(a) personagem fictício... ou não. Você, eu, ele, ela, nós. O mistério, o sonho, o desejo! Histórias...
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
domingo, 15 de setembro de 2013
Ela e o Vazio!
Ela desligou o mundo.
Ela sorria serenamente lembrando-se das dores passadas e das presentes.
Ela havia relido tudo que havia passado e custou a acreditar que havia sofrido tanto.
No lembrar da dor que já era apenas uma cicatriz ela sentiu saudades.
Saudades de ter saudades. Saudades de se sentir cheia, mesmo que de sofrimento.
Olhava pra dentro de si e sentia-se vazia... O coração estava vazio.
Ela estranhava aquela sensação. Sempre inquieta e de repente um nada!
Não que ela não tivesse com o que se preocupar ou com o que se alegrar, mas a paz que ela tanto quis estava agora por gerar um outro tipo de inquietude.
Ela chorou porque ela fugia de querer preencher o coração. Ela chorava porque não encontrava como arrumar tudo de novo e não! Ela não estava atrás de sofrimento, ninguém busca isso por vontade, ela muito menos, mas ela queria um motivo a mais, apenas um a mais.
Ela queria um olhar a mais, um toque a mais, uma alma a mais.
Ela queria ser o reflexo, ser o sorriso, a alegria a cia...
Um histórico de muitas dores e talvez ela tivesse se acostumado a sofrer.
Talvez ela fosse a exceção de querer um pouco mais de dor pra não ter que lidar com o vazio que acabava com seu peito, que o fazia doer além.
Ela talvez, nunca tivesse tido que lidar com esse sofrimento.
Olha só! Ela tanto quis que achou um sofrimento a mais, mas o vazio tinha forma de abstrato e ela não conseguiria tocar. Sentia-se mais sozinha.
Ela não possuía lembranças do vazio. Sem referencias isso a machucava, ela estava perdida em um NADA!
Sorria e chorava ao mesmo tempo.
O mundo permanecia desligado e a música se repetia e repetia e repetia
Seu mundo ia ganhando vida tornando a realidade menos atraente.
Ela queria ir alem do abstrato e talvez amiga do vazio. Ele machucava demais, ainda assim ela ainda insistiu. Ela insiste.
Talvez o vazio precise apenas que não desistem dele.
Talvez o vazio que precise ser amado...
O abstrato foi tomando forma.
Mais um sorriso e então tudo ganhou vida.
Ela amou o vazio fechou os olhos e acordou.
Ela sorria serenamente lembrando-se das dores passadas e das presentes.
Ela havia relido tudo que havia passado e custou a acreditar que havia sofrido tanto.
No lembrar da dor que já era apenas uma cicatriz ela sentiu saudades.
Saudades de ter saudades. Saudades de se sentir cheia, mesmo que de sofrimento.
Olhava pra dentro de si e sentia-se vazia... O coração estava vazio.
Ela estranhava aquela sensação. Sempre inquieta e de repente um nada!
Não que ela não tivesse com o que se preocupar ou com o que se alegrar, mas a paz que ela tanto quis estava agora por gerar um outro tipo de inquietude.
Ela chorou porque ela fugia de querer preencher o coração. Ela chorava porque não encontrava como arrumar tudo de novo e não! Ela não estava atrás de sofrimento, ninguém busca isso por vontade, ela muito menos, mas ela queria um motivo a mais, apenas um a mais.
Ela queria um olhar a mais, um toque a mais, uma alma a mais.
Ela queria ser o reflexo, ser o sorriso, a alegria a cia...
Um histórico de muitas dores e talvez ela tivesse se acostumado a sofrer.
Talvez ela fosse a exceção de querer um pouco mais de dor pra não ter que lidar com o vazio que acabava com seu peito, que o fazia doer além.
Ela talvez, nunca tivesse tido que lidar com esse sofrimento.
Olha só! Ela tanto quis que achou um sofrimento a mais, mas o vazio tinha forma de abstrato e ela não conseguiria tocar. Sentia-se mais sozinha.
Ela não possuía lembranças do vazio. Sem referencias isso a machucava, ela estava perdida em um NADA!
Sorria e chorava ao mesmo tempo.
O mundo permanecia desligado e a música se repetia e repetia e repetia
Seu mundo ia ganhando vida tornando a realidade menos atraente.
Ela queria ir alem do abstrato e talvez amiga do vazio. Ele machucava demais, ainda assim ela ainda insistiu. Ela insiste.
Talvez o vazio precise apenas que não desistem dele.
Talvez o vazio que precise ser amado...
O abstrato foi tomando forma.
Mais um sorriso e então tudo ganhou vida.
Ela amou o vazio fechou os olhos e acordou.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Ela: Desejo!
Ela largou.
Talvez em sua mente ela havia simplesmente fugido.
Mas não, ela queria apenas se resolver o antes possivel.
Estava dificil pois os pensamento e memorias pareciam se tornar seu pior inimigo.
Mente ocupada, olhos focados no futuro e entao um piscar
e foi longo o suficiente para tudo voltar a tona.
Respirou fundo e piscou forte para segurar as lagrimas que pareciam vir como uma avalanche.
Fones nos ouvido, sofá e uma taça de vinho e ali ela se entregou.
Pensou tudo que quis e um pouco mais.
Chorou pouco, mas chorou.
Ela era a realidade em um sonho e ela sabia do perigo de o ser.
Ela confundia por muito a si mesma o tempo todo.
Num jogo consigo mesma de ser realidade, esperança e puro sonho.
Ela sim estava perdida.
Ela havia admitido tudo a si mesma.
Mas em instantes ela engolia tudo aquilo novamente.
Resistia as memorias mas cada piscar era um arrepio de cada uma delas.
Ela colocava a mão na cabeça sem acreditar que tudo aquilo estava acontecendo.
Ela suspirava fundo tentando se concentrar mas permanecia piscando e isso era tortura.
"Ele chegou pegando seus cabelos pela nuca enquanto estava ali sentada na cama dele, um pouco nervosa e ansiosa, mas segura o suficiente pra tornar inesquecivel"
E foi apenas isso que ela conseguiu, tornar inesquecivel.
Ela passava a mão lentamente secando as lagrimas dos olhos.
Talvez no inconsciente ela tentava mante-los fechados.
Ela não queria mais lembrar, ela não queria mais sentir,
ela queria viver e nada alem disso!
Ela tomou o ultimo gole do vinho;
Desejou que fossem as ultimas lagrimas também.
Mais um suspiro e mudou a pagina dando de encontro com uma foto dele.
Ela o fizera de proposito. Acreditava que encarar a dor a faria mais forte e resistente.
Ela procurava por defeitos, por motivos para o não.
Mais memorias, mais lembranças... Saudades.
E tudo que ela queria era deixa-lo saber.
Saudades era o que ela sentia...
Ela permanecia o desejando sempre e um pouco mais.
Ela desejou voltar no tempo e fazer tudo igual e diferente
Teria prendido-o um pouco. Teria garantido.
Ele esfarelou em suas mãos.
Ela queria mudar isso. Ela queria ele.
Sim, ela teimava nele e mesmo assim se afastou.
Afastada parecia traze-lo para mais perto.
Ele estava ali caminhando de mãos dadas com o ela desejo.
Desejo de fazer diferente.
Desejo de se entregar
Desejo de pertencer.
Desejo de esquecer...
Ela queria que ele soubesse saudade!
Ela queria deixar de ser saudade e desejo.
Ela queria vida.
Talvez em sua mente ela havia simplesmente fugido.
Mas não, ela queria apenas se resolver o antes possivel.
Estava dificil pois os pensamento e memorias pareciam se tornar seu pior inimigo.
Mente ocupada, olhos focados no futuro e entao um piscar
e foi longo o suficiente para tudo voltar a tona.
Respirou fundo e piscou forte para segurar as lagrimas que pareciam vir como uma avalanche.
Fones nos ouvido, sofá e uma taça de vinho e ali ela se entregou.
Pensou tudo que quis e um pouco mais.
Chorou pouco, mas chorou.
Ela era a realidade em um sonho e ela sabia do perigo de o ser.
Ela confundia por muito a si mesma o tempo todo.
Num jogo consigo mesma de ser realidade, esperança e puro sonho.
Ela sim estava perdida.
Ela havia admitido tudo a si mesma.
Mas em instantes ela engolia tudo aquilo novamente.
Resistia as memorias mas cada piscar era um arrepio de cada uma delas.
Ela colocava a mão na cabeça sem acreditar que tudo aquilo estava acontecendo.
Ela suspirava fundo tentando se concentrar mas permanecia piscando e isso era tortura.
"Ele chegou pegando seus cabelos pela nuca enquanto estava ali sentada na cama dele, um pouco nervosa e ansiosa, mas segura o suficiente pra tornar inesquecivel"
E foi apenas isso que ela conseguiu, tornar inesquecivel.
Ela passava a mão lentamente secando as lagrimas dos olhos.
Talvez no inconsciente ela tentava mante-los fechados.
Ela não queria mais lembrar, ela não queria mais sentir,
ela queria viver e nada alem disso!
Ela tomou o ultimo gole do vinho;
Desejou que fossem as ultimas lagrimas também.
Mais um suspiro e mudou a pagina dando de encontro com uma foto dele.
Ela o fizera de proposito. Acreditava que encarar a dor a faria mais forte e resistente.
Ela procurava por defeitos, por motivos para o não.
Mais memorias, mais lembranças... Saudades.
E tudo que ela queria era deixa-lo saber.
Saudades era o que ela sentia...
Ela permanecia o desejando sempre e um pouco mais.
Ela desejou voltar no tempo e fazer tudo igual e diferente
Teria prendido-o um pouco. Teria garantido.
Ele esfarelou em suas mãos.
Ela queria mudar isso. Ela queria ele.
Sim, ela teimava nele e mesmo assim se afastou.
Afastada parecia traze-lo para mais perto.
Ele estava ali caminhando de mãos dadas com o ela desejo.
Desejo de fazer diferente.
Desejo de se entregar
Desejo de pertencer.
Desejo de esquecer...
Ela queria que ele soubesse saudade!
Ela queria deixar de ser saudade e desejo.
Ela queria vida.
sábado, 13 de julho de 2013
Ela: Desapego!
Ela se aproveitava da noite.
Luzes apagadas, apenas a do ambiente (computador) e um mundo fechado pelos fones de ouvidos.
Ela tentava organizar ideias, pensamentos, emoções, sentimentos...
Era de fato difícil. Enquanto pensava no que havia sentido fica imaginando o que havia por vir...
Pensamentos, pensamentos, pensamentos...
Ela parou por instante e fechou os olhos. Respirou fundo, suspirou e apenas pensou um pouco mais.
"O que estava acontecendo?" Perguntou a si mesma.
"Permiti-te ir longe demais nessa brincadeira." Retrucou.
Ela sabia, na verdade não! Mas ela sabia que podia acontecer, mesmo assim se permitiu.
A noite entrou e ela ali ficou dialogando consigo mesma. Ela precisava entender-se.
Ele não fazia a espécia de homem covarde, mas era o que a mente a levava a pensar.
Diferente, meio ausente...
Ela se perdia no mar de possibilidades.
"Ele também se envolveu." Algo cochichou.
"Não pode ser." Respondeu.
Ela queria que fosse, mas não podia se permitir navegar por esses pensamentos.
Ele a amou como nenhum outro. Sim! Eles foram além de apenas sexo!
Ela arrepiou-se. Lembranças de um beijo que já não existiria mais...
Mala quase pronta e ela queria aquela mala toda.
Foi no desapego do envolvimento que se descobriram.
Ele tinha uma corrente nos pés. Ela era toda liberdade, mas se amaram!
E os beijos que deram iam muito além de beijos. Era sim um encontro de almas.
Ele está assustado e ela sendo rígida consigo mesmo.
Ancorado ele não podia navegar, com asas ela tinha que voar.
Respirou fundo e abriu os olhos.
Com eles molhados olhava uma foto, a única "deles".
Uma dor com data e hora para começar a acabar.
Na mala iriam com ela aqueles momentos inesqueciveis de desapego...
Ela riu.
"Desapego?" hahahah
Estava longe de o ser.
Ela pegou a mala para partir. Pesada demais.
Abriu. Nada que pudesse ser, simplesmente, deixado!
No fechar delas deixou escapar as lembranças...
Mais leve voou.
Ele era fogo. Ela ar...
Luzes apagadas, apenas a do ambiente (computador) e um mundo fechado pelos fones de ouvidos.
Ela tentava organizar ideias, pensamentos, emoções, sentimentos...
Era de fato difícil. Enquanto pensava no que havia sentido fica imaginando o que havia por vir...
Pensamentos, pensamentos, pensamentos...
Ela parou por instante e fechou os olhos. Respirou fundo, suspirou e apenas pensou um pouco mais.
"O que estava acontecendo?" Perguntou a si mesma.
"Permiti-te ir longe demais nessa brincadeira." Retrucou.
Ela sabia, na verdade não! Mas ela sabia que podia acontecer, mesmo assim se permitiu.
A noite entrou e ela ali ficou dialogando consigo mesma. Ela precisava entender-se.
Ele não fazia a espécia de homem covarde, mas era o que a mente a levava a pensar.
Diferente, meio ausente...
Ela se perdia no mar de possibilidades.
"Ele também se envolveu." Algo cochichou.
"Não pode ser." Respondeu.
Ela queria que fosse, mas não podia se permitir navegar por esses pensamentos.
Ele a amou como nenhum outro. Sim! Eles foram além de apenas sexo!
Ela arrepiou-se. Lembranças de um beijo que já não existiria mais...
Mala quase pronta e ela queria aquela mala toda.
Foi no desapego do envolvimento que se descobriram.
Ele tinha uma corrente nos pés. Ela era toda liberdade, mas se amaram!
E os beijos que deram iam muito além de beijos. Era sim um encontro de almas.
Ele está assustado e ela sendo rígida consigo mesmo.
Ancorado ele não podia navegar, com asas ela tinha que voar.
Respirou fundo e abriu os olhos.
Com eles molhados olhava uma foto, a única "deles".
Uma dor com data e hora para começar a acabar.
Na mala iriam com ela aqueles momentos inesqueciveis de desapego...
Ela riu.
"Desapego?" hahahah
Estava longe de o ser.
Ela pegou a mala para partir. Pesada demais.
Abriu. Nada que pudesse ser, simplesmente, deixado!
No fechar delas deixou escapar as lembranças...
Mais leve voou.
Ele era fogo. Ela ar...
terça-feira, 25 de junho de 2013
Ela: Coração!
Ha sua frente um único caminho.
Ela parou. Olhou pra trás.
Memórias, histórias, sonhos...
Largados. Perdidos a beira da jornada.
Ela se movia oscilando olhar o que havia por vir e o que havia passado.
Tentou ver a sua frente.
O futuro míope a impediu. Ficou confusa e quis voltar.
Resgatou um sonho.
Reviveu sentimentos.
Voltar apenas a faria andar tudo novamente.
Então ela sentou, abraçou forte o resgatado.
Deitou ao meio fio e fechou os olhos. Sentiu-se viva.
O coração parecia tocar a pele.
Ela sorriu. Estava completa.
Ficou ali vivendo tudo novamente e mais.
Sentou-se.
O por vir estava mais longe, mas ela sorria!
Correu como impulsionada com o sonho em mãos.
Foi freada. Era o sonho.
Sentou-se novamente. Mesmo caminho já percorrido e ela via algo não antes visto.
Abraçou-o uma vez mais e o deixou.
Caminhou. Ela não conseguiria correr, mas caminhou. Sorrindo.
Ela saberia -saberá- a hora de olhar pra trás again and again.
O sonho não caminha junto, mas não esta longe de ser alcançado uma vez mais.
É isso que faz o coração bater.
Ela não quer que pare!
Ela parou. Olhou pra trás.
Memórias, histórias, sonhos...
Largados. Perdidos a beira da jornada.
Ela se movia oscilando olhar o que havia por vir e o que havia passado.
Tentou ver a sua frente.
O futuro míope a impediu. Ficou confusa e quis voltar.
Resgatou um sonho.
Reviveu sentimentos.
Voltar apenas a faria andar tudo novamente.
Então ela sentou, abraçou forte o resgatado.
Deitou ao meio fio e fechou os olhos. Sentiu-se viva.
O coração parecia tocar a pele.
Ela sorriu. Estava completa.
Ficou ali vivendo tudo novamente e mais.
Sentou-se.
O por vir estava mais longe, mas ela sorria!
Correu como impulsionada com o sonho em mãos.
Foi freada. Era o sonho.
Sentou-se novamente. Mesmo caminho já percorrido e ela via algo não antes visto.
Abraçou-o uma vez mais e o deixou.
Caminhou. Ela não conseguiria correr, mas caminhou. Sorrindo.
Ela saberia -saberá- a hora de olhar pra trás again and again.
O sonho não caminha junto, mas não esta longe de ser alcançado uma vez mais.
É isso que faz o coração bater.
Ela não quer que pare!
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Ela: Dor!
Ela correu para o banheiro, ligou o chuveiro, tirou as roupas e colocou uma música.
A música não a faria dançar e muito ao contrário.
Uma única música se repetiu pelos 20, 40, 60 minutos em que permaneceu ali...
Ela queria que as lágrias se misturassem com a água que escorria pelo chuveiro,
Que o som do seu choro se escondesse por trás da música.
Muito mais que lavar o corpo ela queria lavar a alma.
Chorou medos, angustias, decepções, ansiedade... Chorou uma vida.
Os joelhos fraquejaram, mas havia paredes para as mãos.
Ela curvou-se e as lágrimas pareciam arrancar a alma.
Eram como ácido nas feridas e era impossível conte-las.
Águas que lavavam as lágrimas e as levavam longe.
Ela acreditava naquilo.
Ela havido sido forte até então e não poderia fraquejar.
Ela havia fugido de sentimentos e não poderia permitir-se ser encontrada.
Ela esteve sozinha por tempos, mas desejava ser vista por trás daquela armadura.
Queria ser amada, queria um pouco de forças, queria colo.
Mas só sabia ser força.
Ela havia desaprendido o amor.
Desaprendido a ser cuidada. Aprendeu a viver por si só.
Ela era a mulher independente, corajosa, ousada, segura.
Aquela que não tinha medos, com domínio sobre sentimentos e emoções.
Ela era! Deixou de ser quando desejou ser fraca por um instante que fosse.
Tudo desmoronou.
Ela olhou seu quebra-cabeça desmoronado novamente.
Chorou!
Chorou a dor da bagunça que ela havia permitido.
Chorou a dor de ter que se arrumar sozinha novamente e tudo de novo.
Chorou estar sozinha.
Ela chorou os beijos que havia trocado, as lembranças de momentos que não voltariam...
Chorou a saudade que já caminhava ao seu encontro.
E de mãos dadas com a dor, tornou-se toda dor. Eles caminhariam juntos novamente.
Ela olhou para trás com lágrimas nos olhos seguiu.
Dor de desapego, lágrimas de saudade...
Dor do novo de novo!
A música não a faria dançar e muito ao contrário.
Uma única música se repetiu pelos 20, 40, 60 minutos em que permaneceu ali...
Ela queria que as lágrias se misturassem com a água que escorria pelo chuveiro,
Que o som do seu choro se escondesse por trás da música.
Muito mais que lavar o corpo ela queria lavar a alma.
Chorou medos, angustias, decepções, ansiedade... Chorou uma vida.
Os joelhos fraquejaram, mas havia paredes para as mãos.
Ela curvou-se e as lágrimas pareciam arrancar a alma.
Eram como ácido nas feridas e era impossível conte-las.
Águas que lavavam as lágrimas e as levavam longe.
Ela acreditava naquilo.
Ela havido sido forte até então e não poderia fraquejar.
Ela havia fugido de sentimentos e não poderia permitir-se ser encontrada.
Ela esteve sozinha por tempos, mas desejava ser vista por trás daquela armadura.
Queria ser amada, queria um pouco de forças, queria colo.
Mas só sabia ser força.
Ela havia desaprendido o amor.
Desaprendido a ser cuidada. Aprendeu a viver por si só.
Ela era a mulher independente, corajosa, ousada, segura.
Aquela que não tinha medos, com domínio sobre sentimentos e emoções.
Ela era! Deixou de ser quando desejou ser fraca por um instante que fosse.
Tudo desmoronou.
Ela olhou seu quebra-cabeça desmoronado novamente.
Chorou!
Chorou a dor da bagunça que ela havia permitido.
Chorou a dor de ter que se arrumar sozinha novamente e tudo de novo.
Chorou estar sozinha.
Ela chorou os beijos que havia trocado, as lembranças de momentos que não voltariam...
Chorou a saudade que já caminhava ao seu encontro.
E de mãos dadas com a dor, tornou-se toda dor. Eles caminhariam juntos novamente.
Ela olhou para trás com lágrimas nos olhos seguiu.
Dor de desapego, lágrimas de saudade...
Dor do novo de novo!
domingo, 9 de junho de 2013
Ela!
As coisas fluíram. Aconteceram como ela imaginara.
O beijo, o toque, as sensações....
Não! Foram melhores que o imaginado!
Surpreendida ela se perdeu no meio daquele mar de novos sentimentos.
Não era paixão, muito menos amor. Apenas sentimentos.
Porque ela era tudo isso... Muito mais que desejo.
Ela estava entregue, se deixou levar.
Era um novo medo, um novo desejo.
Ela estava sonhando e sabia que ia acordar.
Ela iria acordar. Doeu e talvez mais do que esperava.
Não era o corpo que doía. Era a alma, os sentimentos não vistos.
Ela fechou os olhos encontrando o paralelo.
Olhos fechados para mundo, lágrimas expostas.
Ainda assim tentou, novamente, mais um sonho.
Porque não fazer real? Apenas uma vez mais?
Não!
Secou as lágrimas e sorriu. Seguiu em frente.
Na linha tênue: real aberto e o fechado ela buscava o equilíbrio.
Caiu.
Mergulhou em um mundo novo e fugiu.
Havia um perigo ali. Perigo de ser encontrada.
Ela sabia que não era hora!
O beijo, o toque, as sensações....
Não! Foram melhores que o imaginado!
Surpreendida ela se perdeu no meio daquele mar de novos sentimentos.
Não era paixão, muito menos amor. Apenas sentimentos.
Porque ela era tudo isso... Muito mais que desejo.
Ela estava entregue, se deixou levar.
Era um novo medo, um novo desejo.
Ela estava sonhando e sabia que ia acordar.
Ela iria acordar. Doeu e talvez mais do que esperava.
Não era o corpo que doía. Era a alma, os sentimentos não vistos.
Ela fechou os olhos encontrando o paralelo.
Olhos fechados para mundo, lágrimas expostas.
Ainda assim tentou, novamente, mais um sonho.
Porque não fazer real? Apenas uma vez mais?
Não!
Secou as lágrimas e sorriu. Seguiu em frente.
Na linha tênue: real aberto e o fechado ela buscava o equilíbrio.
Caiu.
Mergulhou em um mundo novo e fugiu.
Havia um perigo ali. Perigo de ser encontrada.
Ela sabia que não era hora!
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